Experiência do usuário guiando novos negócios

Não é de hoje que as empresas da nova economia, especialmente startups, nascem com foco nos clientes.

No entanto, é cada vez mais frequente surgirem soluções, ao menos no pitch e discurso de venda, realmente, focadas no usuário.

Hoje a jornada do usuário ao utilizar o produto e serviço é estrategicamente desenhada para evitar objeções, distrações e fricções que possam dificultar a venda ou a retenção do usuário. 

Basicamente, a experiência do usuário precisa ser boa o suficiente para fazer ele contratar rápido e mantê-lo usando o serviço pelo período mais longo possível. Em resumo, essas métricas reproduzem esse cenário. 

É por isso que diariamente surgem empresas com modelos de negócios claramente desenhados para contrapor uma realidade, em que a experiência do usuário é, de regra, ruim.

O setor bancário brasileiro é um exemplo claro. Antigamente um mercado ultra concentrado em que os usuários nunca foram o centro da relação. Por isso, surgiram dezenas de bancos, inicialmente digitais, para confrontar essa realidade. E o sucesso deles, destacado pelo case mundial do @nubank, mostra essa mudança de paradigma.

Mas os empreendedores inquietos não pararam por ali.

Novos modelos de negócio estão redesenhando a maioria dos mercados, especialmente os que possuem barreiras de entrada menores ou naqueles em que os investidores estão dispostos a torrar muito dinheiro, caso das empresas de mobilidade urbana. Aqui podemos citar o case atual da @buser. 

Na mesma linha, ontem foi anunciada, ainda em fase de cadastro de interessados (lançamento típico da Era Digital) a Nomo, que quer ser o “Nubank da telecom”.

A meta é audaciosa, enfrentar um mercado igualmente concentrado em que os usuários são, potencialmente, os mais desgostosos com os serviços atuais. 

A proposta, portanto, tem muito apelo, mas as barreiras de entrada são enormes. 

A grande vantagem, até o momento para a @sou.nomo, é que, mesmo em fase de lançamento, a empresa de telefonia que pretende redesenhar o serviço com foco no usuário, já recebeu aportes significativos de figuras relevantes com bolso cheio e conhecidos do mercado.

Segundo matéria do @braziljournal a empresa recebeu aporte de R$ 15 milhões para iniciar sua operação. Dentre os investidores está Elie Horn, controlador da @cyrela

Se a Nomo acertar a mão, certamente tem um mercado gigante para explorar e prosperar.

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