Metodologias Ágeis

As metodologias ágeis, hoje muito em evidência, são formas alternativas de gestão de projetos e demandas, que nasceram no universo da tecnologias e do desenvolvimento de softwares, mas que estão revolucionando a forma de se trabalhar. 

Com mantras do tipo “faça o dobro na metade do tempo”, as metodologias ágeis vão entrando de vez nas rotinas das organizações, baseadas em princípios 12 princípios, que podemos resumir em cooperação e colaboração entre indivíduos, adaptação e resposta rápida a mudanças, mesmo durante a execução do projeto, simplicidade e funcionalidade, além da busca pela satisfação do cliente. 

Como dito, as metodologias, das quais as mais conhecidas são “scrum” e “kanban”, “lean” e “Smart”, busca-se alcançar mais velocidade nas entregas, melhora da qualidade, independência e produtividade dos times, além de uma proximidade com o cliente, pela maior eficiência e diminuição dos atritos relacionados à complexidade, demoras e falta de qualidade das entregas. 

Para quem fique um pouco mais claro, vamos resumir o que cada uma das metodologias prevê, embora elas em muito se confundam, até mesmo com a própria definição de “metodologia ágil”. 

O Scrum, basicamente,  funciona com a criação de ciclos de entrega, conhecidos como “sprints”, que são os intervalos com tempo limitado, para o desenvolvimento de cada etapa do processo, que se encerra com uma revisão final.

Já a metodologia “Lean”, muito difundida no mundo das startups, diz respeito à definição de etapas de desenvolvimento e testagem rápidas e com poucos recursos e/ou eliminando gastos exagerados e ineficiências. Parecida com a consagrada metodologia PDCA (Plan, Do, Check, and Act – popularizada pela consultoria Falconi), a “Lean” prevê ciclos curtos de aprendizagem, normalmente divididos em “construir”, “medir” e “aprender” em uma jornada contínua de prototipagem, testagem, análise e melhoria. 

Por fim, temos o Kanban, que é mais uma ferramenta do que, propriamente, um método de gestão do projeto. Trata-se da visualização da evolução do projeto, ao longo do tempo, normalmente em uma única tela de computador ou em um quadro dividido em colunas, escrito ou cheio de @postit. Usualmente, a divisão é “tarefas a fazer”, “fazendo” e “feita”, em que todos os integrantes do time podem ver. 

Com essas metodologias e ferramenta, certamente, a gestão de sua organização estará mais alinhada ao mundo em vivemos, seja ele VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo) ou BANI (Frágil, Ansioso, Não-linear e Incompreensível) – tema para outro post. 

Independentemente da metodologia adotada, como muito bem pontuado no blog do @nubank, “(A) metodologia ágil nos ensina que a melhor forma de gerenciar projetos (sejam eles profissionais ou pessoais) é de forma gradual e controlada, indo aos poucos e constantemente – acertar e errar pequeno, para ir crescendo de maneira contínua e sustentável. Pode parecer pouco intuitivo, mas, muitas vezes, a calma é amiga da agilidade.”

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