Crescimento das insurtechs e o sandbox regulatório

As Insurtechs, ou startups que oferecem soluções tecnológicas voltadas para a área de seguros, tiveram um crescimento significativo de 2018 pra cá. Segundo informações levantadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e a @distrito.me, de 2018 até 2020 houve um crescimento de 45%, o que representa atualmente 113 startups neste segmento.

Com base no levantamento, publicado recentemente pelo @valor, a distribuição dessas Insurtechs no mercado está dividida em quatro categorias de solução, são elas: Infraestrutura e back-end, Produtos e distribuição, Marketplace e comparação e Serviços adicionais.

Quando se fala em público-alvo, 55,8% das insurtechs focam no B2B, 38,9% no B2C e ainda uma parcela menor de 5,3% no B2B2C.

Sob o ponto de vista de concentração geográfica dessas startups, a região sudeste ganha com folga, representando uma parcela de 74,3% da fatia de mercado.

No final do ano passado, a SUSEP que é o órgão regulador responsável pela fiscalização no mercado de seguros criou um modelo de experimentação, conhecido por SANDBOX, para que 11 insurtechs testem suas soluções em um ambiente com menos burocracia regulatória.

Até agora, 8 delas já foram autorizadas a operar: Coover, Emotion, Flix, IZA, Pier, Simple2u, Stone e Thinkseg. Elas poderão experimentar suas soluções no ambiente de SANDBOX por 3 anos.

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